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Goldman Sachs lucra US$ 5,29 bilhões com alta de 72% em ações

Receita da área de ações chega a US$ 6,44 bilhões; lucro por ação de US$ 17,01 supera projeções.

Por Redação Studio Agora · Publicado em 13 de outubro de 2026 às 14:02

Analistas acompanham gráficos do mercado de ações em uma sala de negociação financeira em Nova York
A receita do Goldman Sachs com operações em ações avançou 72% no terceiro trimestre de 2026. — Imagem editorial original criada por IA para o Studio Agora

O Goldman Sachs encerrou o terceiro trimestre de 2026 com lucro líquido de US$ 5,29 bilhões, acima dos US$ 4,10 bilhões registrados no mesmo período do ano passado. O lucro diluído por ação chegou a US$ 17,01, superando a expectativa média de US$ 13,02 reunida pela LSEG, segundo a Reuters.

A receita líquida do banco somou US$ 18,68 bilhões. O resultado foi sustentado principalmente pela área de ações, cuja receita avançou 72% na comparação anual e atingiu US$ 6,44 bilhões. A volatilidade dos mercados levou clientes a reorganizar carteiras e ampliou a atividade das mesas de negociação.

Banco de investimento mantém ritmo

As receitas de banco de investimento cresceram 21% em relação ao terceiro trimestre de 2025, para US$ 3,22 bilhões. O desempenho refletiu maior atividade em subscrição e receita recorde em assessoria financeira, mesmo com o valor global de fusões e aquisições recuando em relação ao trimestre anterior.

Na renda fixa, câmbio e commodities, a receita caiu 1%, para US$ 3,47 bilhões. Já a divisão de gestão de ativos e patrimônio registrou alta de 14% e alcançou US$ 5,05 bilhões.

Retorno sobre patrimônio chega a 18,7%

O Goldman Sachs informou retorno anualizado sobre o patrimônio líquido médio de 18,7% no trimestre. A página de relações com investidores do banco confirma o lucro por ação de US$ 17,01 e disponibiliza os documentos oficiais do balanço divulgado nesta terça-feira, 13 de outubro.

O resultado mostra a força das operações com ações e da assessoria financeira, embora o ambiente de juros elevados e a menor atividade recente em fusões e aquisições continuem no radar dos investidores.

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