Publicado nesta quinta-feira (29), levantamento divulgado durante a COP17 classifica cinco das oito ecorregiões brasileiras de recifes como criticamente ameaçadas. O aquecimento do mar é a principal pressão apontada.
Dados do módulo de Degradação do MapBiomas mostram que a área média dos fragmentos de vegetação nativa caiu de 287 para 163 hectares em 38 anos. No mesmo período, o número de recortes subiu de 2,35 milhões para 3,41 milhões.
Segundo o ministro João Paulo Capobianco, a redução do desmatamento na Amazônia e no Cerrado no período de julho de 2025 a julho de 2026 evitou emissões de gases de efeito estufa equivalentes às emitidas pelo Japão em um ano. Os percentuais citados foram de 41,8% na Amazônia e 23,8% no Cerrado.
O Ministério da Agricultura informou em 25 de outubro que um novo foco da doença de Newcastle foi identificado em estabelecimento avícola de Coronel Freitas (SC). O local fica dentro da área de restrição sanitária da ocorrência anterior, em Nova Itaberaba. A Reuters relatou em 26 de outubro que o despovoamento sanitário começou e que a zona terá apenas pequeno ajuste.
Estudo publicado na Nature e divulgado pela Agência Brasil nesta quinta-feira, 22 de outubro, atribui principalmente ao desmatamento, à degradação e às queimadas as emissões de carbono medidas na Amazônia. A equipe analisou dados de 2010 a 2024 e identificou também aquecimento e redução das chuvas na região.
Prefeitura de Uruguaiana formalizou situação de emergência após inundações atingirem áreas urbanas e rurais. Decreto autoriza mobilização de órgãos e voluntários.
O Amazonas registrou 1.380 focos de incêndio nos primeiros dez dias de outubro, alta de 271% ante as 372 ocorrências contabilizadas no mesmo período de 2025.