Política

Oito partidos vão comandar os governos dos 26 estados e do DF a partir de 2027

Levantamento da Agência Brasil após o segundo turno aponta o PL com seis governos; sete outras legendas dividem as 21 unidades restantes.

Por Redação Studio Agora · Publicado em 26 de outubro de 2026 às 22:08

Mapa abstrato do Brasil em blocos de cores neutras e edifícios estaduais ao fundo, em ilustração editorial sobre a distribuição dos governos após as eleições de 2026.
— Imagem editorial original criada por IA para o Studio Agora

Oito legendas no comando das unidades da Federação

O segundo turno das eleições de 2026 consolidou um mapa partidário em que oito partidos comandarão os governos estaduais a partir de 2027. O levantamento publicado pela Agência Brasil nesta segunda-feira, 26 de outubro, às 16h55, considera os 26 estados e o Distrito Federal.

O PL terá o maior número de governos: seis. O PSD elegeu ou reelegeu governadores em cinco unidades; PP, PT e Republicanos terão quatro cada. PSDB comandará duas, enquanto MDB e Podemos terão uma cada.

Distribuição apresentada pela Agência Brasil

O quadro divulgado pela agência é: PL, seis governos; PSD, cinco; PP, quatro; PT, quatro; Republicanos, quatro; PSDB, dois; MDB, um; e Podemos, um. Somados, são 27 governos estaduais, contando o Distrito Federal.

A matéria informa que 21 governadores foram definidos no primeiro turno e seis no segundo. Entre as definições do domingo, 25 de outubro, estavam as disputas em Acre, Amazonas, Espírito Santo, Rio Grande do Norte, Tocantins e Distrito Federal.

O que os governos estaduais administram

Governadores conduzem políticas e serviços estaduais, incluindo saúde, educação, segurança pública, infraestrutura e programas sociais. Também negociam com a União e os municípios a execução de obras e ações financiadas com recursos públicos.

O balanço reflete a composição partidária após a apuração das eleições de 2026; mudanças de partido ou decisões judiciais posteriores podem alterar esse quadro. Como a notícia trata de resultados eleitorais, foi encaminhada para revisão editorial antes da publicação.

Fontes consultadas

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