Saúde

Agência Brasil aponta baixa cobertura de três doses contra covid entre crianças pequenas

Reportagem publicada em 23 de outubro atribui ao PNI cobertura de 5% com o esquema de três doses e registra hospitalizações e mortes infantis pela doença em 2026.

Por Redação Studio Agora · Publicado em 24 de outubro de 2026 às 09:19

Responsável e criança em unidade de vacinação, com profissional de saúde preparando a aplicação da vacina contra covid.
Ilustração editorial original criada por IA para acompanhar reportagem sobre vacinação infantil contra covid. — Imagem editorial original criada por IA para o Studio Agora

O que dizem os dados

A Agência Brasil publicou nesta sexta-feira, 23 de outubro de 2026, às 14h53 (horário de Brasília), reportagem sobre a vacinação infantil contra a covid-19. Segundo dados do Programa Nacional de Imunizações (PNI), citados no texto, 5% das crianças pequenas no país estavam protegidas com as três doses previstas contra a doença.

A reportagem informa que a vacinação de rotina é recomendada aos 6, 7 e 9 meses de idade desde 2024, e que as aplicações podem ser feitas até os 5 anos. O calendário e os dados de cobertura são atribuídos ao Ministério da Saúde.

Internações e mortes relatadas em 2026

A matéria registra mais de 1,1 mil hospitalizações de crianças menores de 14 anos por quadros respiratórios graves associados ao coronavírus neste ano. Também informa 25 mortes de crianças e adolescentes, das quais 15 entre menores de 2 anos. Os números são apresentados pela Agência Brasil com base nas informações citadas na reportagem.

O diretor do PNI, Eder Gatti, disse à agência que o país dispõe de estoques e contratos para manter o abastecimento de vacinas. Ele associou a baixa adesão à desinformação e à hesitação vacinal.

Monitoramento e contexto

A reportagem também destaca o monitoramento contínuo das vacinas aplicadas pelo Sistema Único de Saúde. Segundo os dados citados, mais de 6 milhões de doses foram aplicadas em crianças durante a pandemia; não houve registro de óbito associado à vacinação, e 92% das reações notificadas foram leves e esperadas.

Os indicadores e declarações acima são atribuídos à Agência Brasil, ao PNI e aos entrevistados da reportagem. A matéria segue para revisão editorial por tratar de saúde infantil e vacinação.

Fontes consultadas

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