Tecnologia

ANPD defende reforço da supervisão parental nas redes sociais

Em evento no TCU em 20 de outubro, diretora da agência destacou mecanismos gratuitos previstos no ECA Digital e diálogo sobre tempo de tela.

Por Redação Studio Agora · Publicado em 20 de outubro de 2026 às 21:00

Responsável e adolescente conversam sobre o uso de um celular em casa; imagem editorial conceitual sobre supervisão parental, sem reproduzir plataforma ou evento específico.
— Imagem editorial original criada por IA para o Studio Agora

A diretora da Agência Nacional de Proteção de Dados (ANPD), Miriam Wimmer, defendeu que pais e responsáveis reforcem o uso dos mecanismos de supervisão parental disponíveis em plataformas digitais, incluindo redes sociais. A declaração foi feita em 20 de outubro de 2026, durante evento no Tribunal de Contas da União (TCU), em Brasília.

O que prevê o ECA Digital

A Lei nº 15.211/2025, conhecida como Estatuto Digital da Criança e do Adolescente (ECA Digital), determina que provedores de serviços digitais ofereçam mecanismos de supervisão parental gratuitos e acessíveis aos responsáveis. A ANPD passou a ter atribuições de regulamentação, orientação e fiscalização relacionadas a aspectos da lei.

Wimmer também ressaltou a importância de combinar, no ambiente familiar, limites de tempo de tela e de manter a proteção de dados e a privacidade de crianças e adolescentes. A reportagem da Agência Brasil informa que a legislação brasileira prevê instrumentos de proteção e supervisão; não estabelece uma proibição geral de acesso às redes sociais por esse público.

A manifestação ocorreu no encontro “Conectar é preciso, proteger é essencial”, realizado no TCU. As declarações da diretora foram apresentadas como defesa do uso das ferramentas previstas na legislação, sem anúncio, nessa ocasião, de uma nova regra específica.

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