Economia · Brasília

Economista defende revisão de incentivos e despesas para conter dívida pública

Luccas Saqueto, da GO Associados, avaliou à CNN Brasil que uma regra fiscal crível deve combinar controle de gastos e previsibilidade.

Por Redação Studio Agora · Publicado em 31 de outubro de 2026 às 10:04

Congresso Nacional ao amanhecer com documentos e gráficos financeiros em primeiro plano, ilustração sobre dívida pública e política fiscal.
Ilustração editorial sobre debate fiscal e dívida pública brasileira. — Imagem editorial original criada por IA para o Studio Agora

O economista Luccas Saqueto, da GO Associados, afirmou em entrevista à CNN Brasil publicada neste sábado, 31 de outubro de 2026, que o país precisa rever incentivos fiscais e despesas para conter o avanço da dívida pública. Ele avaliou que uma nova regra fiscal precisa ser crível e efetivamente cumprida.

Segundo a reportagem, Saqueto apontou incentivos fiscais, emendas parlamentares e supersalários como fatores que pressionam o orçamento. Ele também disse que mais de 90% do orçamento federal está comprometido com despesas obrigatórias. A CNN atribuiu essa informação ao economista entrevistado.

Opinião do economista sobre o arcabouço

Saqueto avaliou que o arcabouço fiscal aprovado em 2023 acumulou exceções e, na opinião dele, perdeu rigor. O especialista defendeu que o ajuste considere despesas e benefícios tributários, em vez de depender principalmente do aumento da arrecadação.

As declarações são uma análise do economista ouvido pela CNN Brasil. Não correspondem a uma medida fiscal formalmente anunciada pelo governo nem a uma projeção independente reproduzida nesta matéria.

Relação com juros e crescimento

Na entrevista, Saqueto relacionou a insegurança fiscal aos juros cobrados para financiar o governo e argumentou que um ajuste considerado crível poderia abrir espaço para redução da taxa básica. Ele também citou projeção mediana de crescimento econômico próxima de 1% nos próximos anos, sem especificar na matéria a instituição responsável por esse número.

A reportagem da CNN Brasil foi publicada às 8h05 de 31/10/2026. As avaliações e estimativas mencionadas são atribuídas ao entrevistado.

Fontes consultadas

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