Economia · Brasília

Durigan diz que previsão de superávit para 2027 está mantida

Ministro da Fazenda afirmou que medidas recentes não alteram a meta; mudança de R$ 20 bilhões no PLOA será feita sem elevar o teto de gastos.

Por Redação Studio Agora · Publicado em 24 de outubro de 2026 às 09:20

Documentos orçamentários e calculadora diante do Congresso Nacional, em imagem editorial sobre a previsão fiscal para 2027.
Imagem editorial original criada por IA para o Studio Agora. — Imagem editorial original criada por IA para o Studio Agora

O ministro da Fazenda, Dario Durigan, afirmou nesta quinta-feira, 22 de outubro de 2026, que a previsão de superávit primário no Orçamento de 2027 está mantida. A declaração foi publicada pela Agência Brasil às 17h59, no horário de Brasília.

Segundo o ministro, as medidas anunciadas recentemente não mudam a previsão fiscal e serão conduzidas dentro das regras vigentes. Durigan também disse que o Projeto de Lei Orçamentária Anual (PLOA) de 2027 terá um remanejamento de R$ 20 bilhões, sem aumento do limite total de despesas.

Como será feito o remanejamento

De acordo com a declaração reproduzida pela Agência Brasil, o ajuste será feito dentro do teto de gastos. O ministro afirmou que a parcela restante do impacto será tratada por meio da revisão da estimativa de despesas obrigatórias.

A reportagem não detalha uma nova meta numérica para o resultado primário; a informação divulgada é que a previsão de superávit para 2027 permanece inalterada.

Contexto da declaração

Durigan relacionou a estimativa a medidas recentes do governo, incluindo alterações em programas e ações econômicas. Os efeitos fiscais mencionados são declarações do ministro e devem ser lidos como a posição apresentada pelo Ministério da Fazenda.

Verificação: matéria conferida na publicação original da Agência Brasil, assinada por Wellton Máximo e publicada em 22/10/2026 às 17h59 (horário de Brasília). A fonte confirma o nome do ministro, o ano orçamentário de 2027 e o remanejamento de R$ 20 bilhões sem aumento do teto de despesas.

Fontes consultadas

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