Política

Lula discutirá nesta sexta a medida para criar Ministério da Segurança

Reunião prevista para 6 de novembro deve reunir os ministros da Justiça e da Casa Civil e representantes da área econômica.

Por Redação Studio Agora · Publicado em 06 de novembro de 2026 às 00:54

Sala de reunião vazia em Brasília com o Congresso Nacional ao entardecer, em referência à proposta de criação do Ministério da Segurança Pública.
Imagem editorial original criada por IA para o Studio Agora — Imagem editorial original criada por IA para o Studio Agora

Reunião prevista para 6 de novembro

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou na quinta-feira, 5 de novembro de 2026, que terá uma agenda nesta sexta-feira (6) para discutir a medida provisória (MP) que deve criar o Ministério da Segurança Pública. A declaração foi feita durante uma transmissão ao vivo nas redes sociais.

Segundo a CNN Brasil, devem participar da reunião os ministros Wellington César Lima e Silva, da Justiça, e Miriam Belchior, da Casa Civil, além de representantes das áreas econômicas do governo. Lula disse que a criação da pasta envolve definir recursos, articulação com estados e municípios e a organização das políticas de segurança.

Próximo passo após votação da PEC

A criação do ministério é uma promessa de campanha que o presidente havia condicionado à aprovação da PEC da Segurança Pública. O Senado aprovou a proposta em dois turnos, por unanimidade, na terça-feira, 3 de novembro; o texto segue para promulgação.

A pasta ainda não foi criada por essa declaração. A discussão anunciada pelo presidente deve tratar da edição da MP e de sua estrutura. Uma medida provisória passa a produzir efeitos após ser editada, mas precisa ser analisada pelo Congresso para se converter em lei.

Verificação

A redação conferiu a declaração, a data da fala, a agenda prevista para 6 de novembro, os participantes citados e a situação da PEC na reportagem da CNN Brasil publicada em 5 de novembro de 2026, às 21h02 e atualizada às 21h28. O anúncio foi enviado para revisão editorial por tratar de promessa ligada ao debate eleitoral e de uma futura mudança na estrutura do governo.

Fontes consultadas

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