Economia

Shell informa margem recorde de US$ 42 por barril no refino

Indicador subiu de US$ 24 para US$ 42 por barril entre o segundo e o terceiro trimestre, em meio à oferta mais restrita de combustíveis.

Por Redação Studio Agora · Publicado em 07 de outubro de 2026 às 13:59 · Atualizado em 07 de outubro de 2026 às 16:22

Ilustração editorial de uma refinaria ao anoitecer
Imagem ilustrativa — Ilustração editorial original gerada por IA · Studio Agora

Indicador de refino avança no trimestre

A Shell informou nesta quarta-feira (7) que seu indicador de margem de refino alcançou US$ 42 por barril no terceiro trimestre de 2026, diante de US$ 24 por barril no trimestre anterior. Segundo a companhia, o resultado foi favorecido pelo aperto na oferta global de combustíveis e pelos efeitos do conflito no Oriente Médio sobre o mercado de energia.

O patamar supera o recorde anterior do indicador, de US$ 28,04 por barril, registrado após a invasão da Ucrânia pela Rússia, em 2022. A margem de refino é uma referência para a diferença entre o custo do petróleo processado e o valor dos derivados vendidos, embora não corresponda, isoladamente, ao lucro final da operação.

Mercado acompanha impacto nos resultados

A atualização aumenta a atenção sobre o desempenho da área de refino da petrolífera no balanço trimestral. Margens mais altas podem reforçar a contribuição do segmento, mas o resultado consolidado também depende de fatores como volumes processados, custos operacionais, preços do petróleo e desempenho de outras divisões.

A companhia ainda indicou um ambiente de maior volatilidade no setor energético. A evolução do conflito e o ritmo de recomposição da oferta global de combustíveis permanecem entre os fatores monitorados pelo mercado.

A notícia foi publicada pela CNN Brasil às 10h41 desta quarta-feira, no horário de Brasília, com informações atribuídas à Estadão Conteúdo.

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